5 aplicações da impressão 3D na indústria

A chegada da impressão 3D à indústria revolucionou os processos produtivos tradicionais. Desde o uso como tecnologia alternativa na fabricação de protótipos, passando pelo desenvolvimento de produtos, a indústria encontrou na impressão 3D um aliado de peso. Os efeitos, até aqui, são positivos.

Os principais ganhos foram a redução de custos e a conquista de mais autonomia na condução de alguns processos, sem a necessidade de recorrer ao maquinário industrial. Se antes as aplicações da impressão 3D ficavam restritas à produção em pequena escala, hoje vemos um movimento em direção ao uso desses equipamentos por grandes empresas, como as do setor automobilístico e de aviação, por exemplo. Mas quais são as aplicações possíveis na indústria? É o que você confere a seguir:

1) Desenvolvimento de produtos

A impressão 3D chegou para atender às necessidades da indústria moderna oferecendo agilidade e eficiência na produção de bens de consumo para diversos setores da economia. Joias, próteses, objetos decorativos e brinquedos. Muitos produtos puderam ser impressos diretamente sem a necessidade do maquinário industrial. É uma grande evolução em relação ao se conhecia até então. Uma quebra de paradigmas que afeta diretamente a cadeia produtiva. Os equipamentos de impressão 3D atuais podem criar desde objetos mais simples até os mais complexos, de maneira rápida e mais barata. Um ganho e tanto para a indústria tradicional.

2) Prototipagem

A construção de protótipos tem sido uma das atividades mais frequentemente utilizadas pelas indústrias quando o assunto é impressão em 3D. Os modelos fabricados pelo método tradicional levam mais tempo e são mais caros. A impressão 3D veio para oferecer uma alternativa a esse processo e o principal: reduzir custos. Empresas de diversas áreas de atuação têm usado esse método, resultando em modelos mais baratos e pondo fim ao desperdício de matéria-prima.

3) Prototipagem funcional 

A prototipagem funcional foi outra importante atividade de produção que se beneficiou com a tecnologia de impressão em 3D. O processo é usado na fabricação de protótipos com o propósito de ajustar possíveis deficiências no desempenho do produto, como erros de funcionalidade ou até de ergonomia. A impressão 3D foi um grande ganho para as empresas nesse processo, pois permitiu a validação de produtos antes de enviá-los à matriz para, em seguida lançá-los ao mercado.

4)Impressão de gabaritos de montagem 

Não foi apenas no desenvolvimento de produtos e na prototipagem que as indústrias obtiveram ganhos com a impressão 3D. A possibilidade de impressão de gabaritos de montagem também foi beneficiada. Os gabaritos de montagem são ferramentas essenciais no processo de produção que agora também têm a opção de serem criados nas impressoras 3D. 

5) Fabricação rápida de pequenos lotes de peças

Muitas vezes, para um pequeno lote de peças, não convém às empresas desenvolverem moldes para a injetora, por tratar-se de um processo bastante caro. Nesse sentido, a impressão 3D vem a calhar, pois as impressoras podem fabricar algumas unidades de um produto específico para atender às necessidades pontuais da indústria, sem recorrer a processos de modelagem.

 

pecas-industrias-3d-cliever

Trajetória da Cliever é destaque em matéria sobre startups gaúchas em ascensão

Quando o assunto é empreender, o Rio Grande do Sul ocupa lugar de destaque entre iniciativas que começaram embrionárias e, aos poucos, tomaram forma e ganharam corpo nos mais variados segmentos. Empresas que começaram com uma pequena ideia mas que, ao oferecer soluções para problemas do dia a dia, sejam eles enfrentados por pessoas ou outras empresas, conquistaram mercado e se expandiram. Grande parte delas são de startups, ideias de negócios quase que integralmente digitais, sem um local fixo para se estabelecer.

Foi assim que surgiu a Cliever, fruto do projeto Raiar, incubadora de empresas da TecnoPUC, em Porto Alegre. Após 4 anos de muita dedicação e esforços para desenvolver o negócio, hoje a empresa ocupa um prédio de 500m² divididos em área industrial e administrativa, na zona norte de Porto Alegre, e já oferece ao mercado cinco modelos de impressoras 3D com tecnologia de fabricação por filamento fundido e estereolitografia.

O crescimento da empresa e o destaque ocupado nacionalmente no segmento de impressão 3D, foi pauta para matéria do Jornal Zero Hora (leia a matéria na íntegra aqui) que versou sobre os sonhos e desafios dos criadores de startups no Rio Grande do Sul. Nela, o fundador e CEO da Cliever, Rodrigo Krug, revela um pouco do início da empresa e do tempo em que precisou arrecadar investimentos para a sua até então desconhecida startup.

Na reportagem, Krug fala da projeção de faturamento da empresa para 2016: R$ 2,4 milhões, inclusive com vendas para companhias como a Embraer. Mas o início, em busca de investidores, não foi fácil: “Bati na porta de todos os bancos. Eu tinha apenas um protótipo e uma empresa que era eu, sozinho. Para conseguir meu primeiro investimento, fui 15 vezes para São Paulo. Aqui no Sul, não havia fundos. Quiseram investir na gente um ano e meio depois”, conta.

2012: um marco importante na trajetória da Cliever

Foi em 2012 que a Cliever deu os primeiros passos em busca de projeção nacional. Krug apresentou pela primeira vez na Campus Party, em São Paulo, maior evento de tecnologia da América Latina, uma máquina de impressão tridimensional desenvolvida por ele, em casa.

Sem pensar muito, pegou sua impressora 3D e a levou para uma feira de empreendedorismo dentro do evento. Falou com jornalistas especializados em tecnologia como se estivesse com tudo planejado. Não tinha nada. Ele nem havia estabelecido um preço para o produto. Quando perguntado, falou o que veio à cabeça: R$ 4,5 mil. “Conseguimos chegar na hora certa, com o produto certo, vendendo uma impressora a menos de R$ 5 mil, que na época tinha apenas uma concorrente fora do Brasil, com produto que custava R$ 60 mil. Esse preço foi um erro absurdo para a empresa, mas talvez se eu tivesse colocado mais, não teria dado aquele boom”, relembra.

Das vantagens de negociar impressoras 3D para o mercado interno, Krug ressalta que o produto se torna competitivo, pois as máquinas importadas chegam aqui com valores mais elevados devido aos tributos e ao câmbio. Daqui para diante, a principal aposta da empresa é se tornar grande em exportação.

Impressão em 3D: qual tipo de filamento devo usar?

Para quem usufrui da tecnologia de impressão 3D, seja para a aplicação em projetos pessoais ou profissionais, sempre vem a dúvida: qual o melhor filamento na hora de imprimir? A escolha depende muito dos objetivos da impressão, isso porque a depender da qualidade do objeto a ser impresso, um material pode ser melhor empregado do que outro.

Aqui vale uma observação: é preciso analisar o tipo de filamento que cada impressora suporta, e esse fator deve ser considerado já no momento da compra do equipamento. As impressoras estereolitográficas, por exemplo, que imprimem objetos menores e mais complexos com mais precisão e eficiência, utilizam como material apenas a resina líquida.

Para esclarecer eventuais dúvidas sobre as diferenças existentes entre os diversos tipos de materiais encontrados no mercado, convidamos você a acompanhar a leitura deste post e, assim, fazer a melhor escolha. Confira abaixo as características de cada opção:

PLA = O mais indicado para impressão 3D, ele é um filamento biodegradável e atóxico, é produzido a partir de fontes renováveis como a cultura de milho, mandioca e beterraba. Por ter essa característica, é um produto ecologicamente aceito. O PLA tem a grande vantagem de deformar menos a peça, evitando o efeito wrap (encolhimento sofrido pela peça em caso de perda repentina de temperatura). Por ser simples de utilizar, o PLA é o que apresenta o melhor resultado para peças de grandes dimensões. Também tem como vantagem não emitir qualquer odor ou gás durante o processo de extrusão.

Filamento de poliéster (Flexível) = bastante flexível e com um ponto de extrusão baixo, o filamento de poliéster é indicado para a impressão de peças que exigem maleabilidade. Capas para celular podem ser um bom exemplo aplicação. Algumas vantagens desse material é que ele não é tóxico, não absorve água e é mais tolerante com a umidade do ambiente.

Resina líquida = apesar de não ser um filamento propriamente dito, a resina líquida é a matéria-prima que abastece as chamadas impressoras esteriolitográficas. Nesse processo, o objeto criado emerge em meio líquido, diferente das impressoras 3D mais tradicionais que depositam camada por camada de plástico.

ABS = filamento leve e rígido, o Acrilonitrila butadieno estireno (ABS) é derivado do petróleo, sendo menos ecologicamente aceito do que os demais, por emitir gases tóxicos durante o processo de extrusão.

Agora que você conhece um pouco mais sobre os tipos de filamentos para impressão 3D existentes, faça a escolha de acordo com a finalidade dos seus projetos! Para prestar qualquer tipo de esclarecimento a mais, a Cliever se coloca à disposição para contribuir. E não esqueça: em nosso site você encontra uma sessão especial com uma gama variada de alguns materiais. É só clicar aqui.

 

Fab Labs: espaços de inovação invadem o universo da educação

Você já ouviu falar em Fab Lab? Como a própria tradução do inglês sugere, são espaços que funcionam como laboratórios de fabricação. O que se sabe é que esse conceito teria surgido no Center for Bits and Atoms (CBA) do Massachussets Institute of Technology (MIT), durante as aulas da disciplina How to do (almost) anything,

Mas qual é a finalidade exata desses laboratórios? Em síntese, funcionam como espaços em que pessoas de diversas áreas se reúnem para realizar projetos de fabricação digital de forma colaborativa e de compartilhamento de conhecimento que personaliza a cultura maker, o famoso Faça Você Mesmo.

O que tem se notado é a expansão dos Fab Labs no âmbito educacional, no intuito de despertar a criatividade, o espírito inventivo e a inovação dos alunos. Até há pouco tempo esses espaços eram frequentados em sua maioria por profissionais com vocação para o empreendedorismo. Os Fab Labs fomentam uma educação técnica informal, onde projetos são concebidos no computador e depois materializados em 3D, especialmente com o uso de impressoras 3D.

Esse movimento tem se mostrado mais acelerado em países de primeiro mundo, mas ganha força também no Brasil. Isso porque a impressão 3D tem demonstrado ser uma das principais tendências educacionais para os próximos anos, enaltecendo o uso de tecnologias inovadoras nos espaços escolares.

Sabemos que há ainda um longo caminho a trilhar, mas os Fab Labs podem, num futuro muito próximo, ampliar a presença em muitas instituições de ensino com potencial para mudar os métodos tradicionais de ensino.

Recentemente, a Cliever produziu um ebook sobre aplicações da impressão 3D na Educação. Nele, você encontra diversos exemplos de como a tecnologia 3D tem sido utilizada em escolas, instituições de ensino técnico, universidades e na pesquisa científica. Para baixar o material, basta clicar nesse link.

Do virtual para o real: faça sua Pokebola com a impressora 3D da Cliever

A saga Pokemon voltou com tudo após o lançamento do Pokemon Go. O jogo de realidade aumentada para smartphones virou mania mundial. Não há quem resista em baixar o game para capturar os monstrinhos direto da tela do celular. É pura diversão!

E é claro que a gente também entrou nessa brincadeira! Produzimos uma super Pokebola na impressora CL2 Pro da Cliever de 1 extrusor. A peça foi impressa em 6 partes com filamento PLA 1,75mm nas cores preto, branco e vermelho. As partes maiores levaram cerca de 3 horas para ficarem prontas.

Compartilhamos com você o passo a passo com cada etapa da montagem e o resultado final.

pokebola-desmontada.3d

pokebola-desmontada-em3d

pokebola-montada-em-3d

 

Curtiu a ideia? Agora desafiamos você a entrar na onda do Pokemon Go e imprimir também a sua Pokebola. Vale criar, ainda, alguns monstrinhos para mergulhar de vez nessa febre que tem feito o maior sucesso também no Brasil. Dê asas a sua criatividade!

 

IMG_20160811_132230475

 

Símbolo Rio 2016 impresso na CL2 Plus da Cliever: veja o resultado!

A Cliever já está no clima olímpico, na expectativa pelos Jogos Rio 2016! Para comemorar esse mega evento no Brasil, produzimos na impressora CL2 Pro Plus e o resultado foi excelente! Hoje toda a equipe vai entrar no clima das Olimpíadas e torcer pelas primeiras medalhas brasileiras nos jogos!

cliever-em-clima-olimpiadas

A peça faz referência ao símbolo maior dos jogos, os arcos olímpicos entrelaçados. Eles representam as cores da cada um dos cinco continentes fornecendo um sentido universal para as Olimpíadas.

cliever-jogos-olimpicos-3d

Na impressora CL2 Pro Plus, cada arco foi impresso individualmente e levou cerca de 50min para ser finalizado.

E então, curtiu? Mais uma criação para você se inspirar e fazer bom uso da impressão em 3D.

equipe-cliever-ritimo-de-olimpiadas-2016

 

Novidade: Cliever apresenta ao mercado impressora 3D com tecnologia de estereolitografia na Euromold Brasil

De 17 a 19 de agosto, a Cliever participa, em Joinville (SC), de mais uma edição da Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentas, Design e Desenvolvimento de Produtos, a EuroMold Brasil. Na oportunidade, a empresa apresenta ao mercado mais um lançamento de sua linha de impressoras 3D: o modelo SL 1, com tecnologia estereolitográfica. A novidade permite a impressão de protótipos pequenos e mais complexos, com muito mais precisão, eficiência e perfeição.

A impressora 3D SL 1 da Cliever tem como base a foto-polimerizacão de resina acrílica. Esse tipo de tecnologia viabiliza a criação de peças com até 30um (mícron) de precisão, o equivalente a cerca de ⅓ de um fio de cabelo. O novo equipamento fabricado pela Cliever é ideal para a criação de protótipos para os setores automotivo, plástico, de engenharia e de embalagens.

O CEO da Cliever, Rodrigo Krug, assinala que o lançamento da SL 1 reforça o compromisso da empresa em contribuir com a implementação da prototipagem no processo de manufatura, ao elevar os patamares de qualidade e eficiência do produto final. “São muitos os mercados que, a partir de agora, poderão desfrutar dessa tecnologia de ponta. Como o equipamento é abastecido por uma resina diferenciada e produzida por fornecedores nacionais, tem propriedades mecânicas e térmicas peculiares, o que amplia e muito o leque de aplicações”, explica.

A Cliever convida a todos os visitantes da Euromold Brasil 2016 a conhecerem essa novidade no estande da empresa na Feira. Aguardamos todos vocês lá!

Na mídia: Cliever é destaque no Jornal Diário de Pernambuco

A Cliever foi uma das fontes ouvidas pelo Diário de Pernambuco em matéria publicada pelo jornal sobre tecnologia de impressão em 3D. Para demonstrar as possibilidades dessa tecnologia e a transformação que as 
impressoras 3D
trouxeram para os processos de produção, o veículo entrevistou o CEO da Cliever, Rodrigo Krug.

Na ocasião, Rodrigo também falou sobre as perspectivas da empresa para o mercado do Nordeste, que representa, hoje, 8% do volume de negócios da Cliever. Nesse cenário, Pernambuco aparece como o 3º estado com maior representatividade na região, com 13% de participação.

Sobre o aumento da procura por impressoras 3D, Krug observou que esse comportamento tem relação com os preços dos equipamentos que, segundo ele, ficaram mais acessíveis desde o boom dessa tecnologia no Brasil. “Já temos em nosso portfólio pequenas máquinas de R$ 5,8 mil até as mais profissionais que chegam a custar R$ 32 mil. Com elas, é possível explorar mercados iniciais, startups e até médias empresas. O custo de produção é muito pequeno e os setores são inúmeros. Com uma máquina dessas, pode-se produzir acessórios, objetos decorativos, peças automobilísticas e até próteses”, assinala Krug.

Para ampliar a penetração no mercado nacional de impressoras 3D, e especialmente em Pernambuco, Krug enfatizou que a empresa tem buscado parcerias com grandes indústrias e hospitais na região. “Temos interesse em parceiros no polo de Goiana, em Suape, no Porto Digital e no C.E.S.A.R. Queremos desenvolver novas possibilidades para essa tecnologia e sabemos que Pernambuco é o local certo para isso”, completou.

Impressão 3D na construção civil – Eis que surge um sistema extrusor de concreto

conprint3d-conceptual-system-3dprinting-concrete-structures-recognized-bauma-2016-1

Muitas construtoras e startups começaram a reconhecer o potencial e as vantagens de usar manufatura aditiva no processo de construção civil, pois oferece muita economia e uma forma eficiente de construir. Companhias como WinSun já foram pioneiras na construção com impressão 3D tendo feito o design e manufaturado aditivamente Vilas Impressas em 3D e Jardins Chineses e agora, muitas outras companhias estão seguindo a onda da tendência inovadora.

conprint3d-conceptual-system-3dprinting-concrete-structures-recognized-bauma-2016-4

Um time de pesquisa da Universidade de Tecnologia de Dresden (Alemanha) criou o conceito da CONPrint3D, uma tecnologia que permitiria imprimir concreto em larga escala. O projeto, que foi apresentado na Bauma, a maior feira sobre maquinário, materiais e técnicas para construção civil, em Munique e ainda recebeu o Prêmio Bauma de Inovação na categoria educação.

conprint3d-conceptual-system-3dprinting-concrete-structures-recognized-bauma-2016-3

conprint3d-conceptual-system-3dprinting-concrete-structures-recognized-bauma-2016-2

O objetivo da tecnologia é eventualmente imprimir em 3D estruturas de concreto em larga escala usando braços robóticos. O concreto é um dos materiais de construção mais utilizados atualmente e é bastante caro, especialmente quando levamos em conta o custo dos andaimes e cofragens (muitas vezes não podem ser reutilizados e são descartados) que fazem parte do processo para manter o concreto na sua forma desejada,

Por estas razões e querendo eliminar o custo e lixo descartado que CONPrint3D foi criada. A tecnologia é desenhada para ser capaz de aplicar o concreto diretamente no local de construção em um sistema aditivo camada por camada sem a necessidade de cofragens ou andaimes.

conprint3d-conceptual-system-3dprinting-concrete-structures-recognized-bauma-2016-6

Quer saber mais? Clica no vídeo aí!

 

 

 

Conheça a SL1 – a nova impressora da Cliever com tecnologia Estereolitográfica

Se você sempre quis investir em uma impressora 3D para fazer protótipos pequenos e complexos, mas nunca encontrou um equipamento que entregasse a precisão, eficiência e perfeição que você precisa, chegou a hora de conhecer a Cliever SL1, a nova impressora da Cliever que utiliza a estereolitografia para imprimir.

mão segurando pequena peça

A impressão por SL tem como base a foto-polimerizacão de uma resina acrílica.  Ao entrar em contato com a resina, o laser

stereolithography

polimeriza a matéria-prima, ou seja, altera seu estado líquido para sólido e assim, sucessivamente, camada após camada, o equipamento dá forma à impressão 3D.

Tal tecnologia viabiliza a criação de peças com até 30um de precisão, o equivalente a cerca de ⅓ de um fio de cabelo.

Vale ressaltar que, como se trata de uma resina diferenciada e produzida por fornecedores nacionais, tem propriedades mecânicas e térmicas peculiares, o que amplia o leque de aplicação. São muitos os mercados que, a partir de agora, poderão desfrutar dessa tecnologia de ponta. O setor de engenharia, por exemplo, poderá contar com peças de alta qualidade para incrementar seus processos industriais, assim como o setor de saúde poderá aprimorar órteses e próteses por meio de protótipos gerados a partir desse tipo de equipamento.

O equipamento possui três componentes principais: o tanque, no qual a resina é armazenada na forma líquida; a plataforma móvel, na qual a impressão 3D é feita; e laser, cujos movimentos são controlados por um sistema microprocessado.

Cliever SL1 interior

 

Com a SL1 queremos elevar os patamares de qualidade e eficiência no que diz respeito à prototipagem no processo de manufatura. Trabalhamos nesse modelo SL com objetivo de entregar ao cliente a melhor experiência nesse sentido, de modo que se possa reproduzir, com muita facilidade, peças complexas e de pequeno porte com os resultados esperados.


Ficha técnica Cliever SL 1

  • Modelo: SL
  • Tecnologia: SL – Estereolitografia
  • Volume de impressão: (L) x (P) x (A) – 125mm x 125mm x 100mm
  • Alimentação: Bivolt (127V/220V) automático
  • Potência: 360W
  • Materiais de impressão: Resinas Cliever
  • Resolução / Altura de camada: 30um
  • Tolerância dimensional: 100um
  • Cor disponível: Preta/Verde
  • Dimensões da máquina: (A) 410mm x (L) 353mm x (P) 365mm
  • Dimensões da caixa: (L) x (P) x (A) – 400mm x 450mm x 400mm
  • Estrutura metálica: Aço carbono com pintura epóxi
  • Temperatura de operação: 15ºC – 30ºC
  • Garantia: 1 ano
  • Software: Cliever Studio SL
  • Sistema operacional: Windows 7+
  • Formato de arquivo para impressão: STL, OBJ e mais 11 outros
  • Conectividade: USB e cartão SD (funcionamento independente de computador) 

impressora 3D estereolitografia SL1 Cliever

 

E aí? Curtiu? Demais né? Além de extremamente eficiente e precisa, nossa Cliever SL1 é linda! Você poderá conhecê-la na Feira Inside 3D Printing, que acontece nos dias 4 e 5 de Abril em São Paulo.